Ven Daiagran

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[editar] Dados

  • Nome: Ven Daiagran
  • Raça: Humano
  • Tipo da raça: Civilizado
  • Classe: Bardo
  • Reino Natal: Vectorius
  • Residência Atual: Nômade (mas geralmente em cidades de Vectorius mesmo)
  • Divindade: Mathras, o Dragão Dourado

[editar] História

Ven viveu boa parte de sua vida em sua cidade natal, Zesde Dron, em Vectorius. Morava com seus pais, o fabricante de instrumentos Paeh Daiagran e a mercadora Flou Sharte Daiagran. Como seus pais podiam dar-lhe tudo do bom e do melhor, não precisava trabalhar.

Dessa forma, Ven pôde se dedicar ao estudo da música desde pequeno, seguindo os passos de seus antepassados; seu avô e tataravô foram bardos muito famosos na região tempos atrás.

Nas horas vagas ele lia papiros de diversas histórias antigas, em que grupos de aventureiros enfrentavam diversos perigos em busca de tesouros e fama, e sonhava um dia poder tomar parte de um grupo assim, sendo útil para outras pessoas.

Um dia, Ven - pouco após completar 20 anos - decidiu que precisava abandonar a vida que levava para ir em busca de seus sonhos. Juntou algumas poucas roupas, comidas e moedas numa bolsa, pegou sua harpa ( "Pena não poder carregar todos os instrumentos", pensou na hora), e partiu daquela casa. Antes de sair, deixou um aviso escrito para seus pais, dizendo que só retornaria após ter uma história própria para contar, como seus ancestrais.

Nesse ponto é bom deixar claro, se já não estava: ele é muito ingênuo. É óbvio que todas as histórias que ele lia eram enfeitadas para parecer heróicas. Mas ele é do tipo para quem conseguiriam vender a Grande Ponte Farangar-Taranus (que nem mesmo existe).

Três anos depois, nos dias atuais, Ven ainda não encontrou um grupo com quem viver suas tão desejadas aventuras. Na verdade ele descobriu que até mesmo sobreviver por conta própria era difícil. Agora ele vive viajando de cidade em cidade, de feira em feira, tocando músicas em troca de moedas ou refeições, sem rumo certo. Suas roupas eram ao mesmo tempo nobres demais comparados aos dos andarilhos das Derdes, e sujas, remendadas demais para os padrões dos nobres moradores das Zesdes, o que causava estranhamento em todos que o vissem.

Durante a noite vagava pelos bares, ouvindo conversas alheias a fim de descobrir se alguém estava em busca de tesouros valiosos, donzelas raptadas, itens raros, qualquer coisa parecida com as lendas de que ele tanto gostava. Até agora, dos poucos grupos de heróis e aventureiros que encontrou, nenhum queria a companhia de um mero bardo.

Mas Ven sentia que sua chance estava para chegar a qualquer momento...

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